

(Fonte: ashened)

(Fonte: beautyinphotography, via missdiior)

(Fonte: hopeformydays, via rickerlr)
![“Ninguém entra num mesmo rio uma segunda vez, pois quando isso acontece já não se é o mesmo, assim como as águas, que já serão outras. O fluxo eterno das coisas é a própria essência do mundo.” - Heráclito de Éfeso (Filósofo Grego séc. V a.C).
E se ainda hoje ficamos espantados com isso é porque nos apegamos teimosamente ao que já passou, esperando no fundo que tudo permaneça igual. Então, é necessário um filósofo da antiguidade, ou um escritor contemporâneo para nos fazer entender que nada é permanente a não ser a mudança.
Um trecho do Grande Sertão, onde o Guimarães Rosa fala um pouco sobre isso, diz: “[…] o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou.”
É o mais bonito da vida, é uma celebração do movimento, não é um lamento.
O tempo não para, e isso é belo.](http://25.media.tumblr.com/tumblr_m0hsd541tz1qcihsio1_500.jpg)
“Ninguém entra num mesmo rio uma segunda vez, pois quando isso acontece já não se é o mesmo, assim como as águas, que já serão outras. O fluxo eterno das coisas é a própria essência do mundo.” - Heráclito de Éfeso (Filósofo Grego séc. V a.C).
E se ainda hoje ficamos espantados com isso é porque nos apegamos teimosamente ao que já passou, esperando no fundo que tudo permaneça igual. Então, é necessário um filósofo da antiguidade, ou um escritor contemporâneo para nos fazer entender que nada é permanente a não ser a mudança.
Um trecho do Grande Sertão, onde o Guimarães Rosa fala um pouco sobre isso, diz: “[…] o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou.”
É o mais bonito da vida, é uma celebração do movimento, não é um lamento.
O tempo não para, e isso é belo.

A saudade de você era como uma entidade, eu carregava sua ausência numa mochila fraca, de alça quase arrebentando. Porque mesmo morto ou acabado, era o seu amor que iluminava a minha vida e por essa razão era preciso seguir. De joelhos, tropicando, suando frio… até o dia em que você decidisse voltar.
- A Vida da Gente.